Saiba como escolher o melhor seguro de saúde em três passos

Pagar o menos possível de prémio não quer dizer sempre que fez a melhor escolha

Uma em cada cinco pessoas em Portugal já tem um seguro de saúde. Esta proteção é cada vez requisitada por aqueles que procuram ter um desconto em consultas ou tratamentos que não são abrangidos pelo Serviço Nacional de Saúde. Mas o que podemos fazer para escolher o seguro mais barato e mais adequado às necessidades, por exemplo, de um jovem ou de uma família? Há três passos que devem ser seguidos.

1. Conhecer as suas especificidades:

Antes de mais é preciso adaptar o seguro às necessidades da pessoa. Ou seja, se uma pessoa usar óculos tem de escolher uma opção em que seja mais beneficiado pelas comparticipações para consultas de oftalmologia ou com cobertura no valor das lentes. Quem tiver problemas com dentes, por exemplo, deve procurar um seguro que tenha vantagens nas consultas ou tratamentos com o dentista.

2. Comparar as suas especificidades: Atenção: pagar o menos possível de prémio (prestação) à seguradora não quer dizer sempre que fez a melhor escolha. Deve focar-se num pacote que cubra todas as suas necessidades pelo preço máximo que está disposto a pagar. Há também a hipótese de pagar menos todos os meses se praticar desporto e, com alguns dos pacotes, tem acesso a cuidados de bem-estar com desconto e spas e ginásios, por exemplo.

3. Decidir o modo de pagamento: Cada vez que tem de pagar o seguro, pode fazê-lo através de três sistemas diferentes. Através de uma rede convencionada, em que a seguradora tem uma rede de cuidados médicos que pode ser utilizada pelo cliente, que paga um prémio mensal, trimestral, semestral ou anual; de um reembolso, em que a pessoa com seguro paga, à cabeça, as despesas feitas em hospitais, clínicas e laboratórios seja dentro ou fora da rede, sendo comparticipados, posteriormente, pela seguradora; e um sistema misto, mais flexível e abrangente e que combina quer a modalidade de rede convencionada quer a de reembolso.

Depois da análise destes três fatores já pode escolher o seu melhor seguro. O portal ComparaJá, neste trabalho feito para o Dinheiro Vivo, fez 12 simulações junto de seis seguradoras. Para isto foram utilizados dois perfis: um com um jovem solteiro de 30 anos e outro com um agregado familiar com quatro pessoas (dois adultos com 42 anos e 39 anos e duas crianças com 12 e 7 anos.

Como se pode ver pela imagem, a diferença entre a oferta mais barata e mais cara situa-se nos 10,06 euros, no caso do prémio anual pago por um jovem; e nos 114,12 euros, quando é o caso do prémio anual para família. Só que há várias diferenças na oferta entre cada uma das seguradoras. Sérgio Pereira, diretor-geral do ComparaJá, recomenda, por isso que, “no caso das famílias, ao contrário de um jovem adulto, quanto mais coberturas tiverem, mais vantajoso se afigura”.

Fonte: Diogo Ferreira via Dinheiro vivo

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